Um inchaço súbito, dor na panturrilha ou um diagnóstico de Trombose não podem esperar. O tempo é o fator mais crítico para evitar a Embolia Pulmonar e garantir uma recuperação sem sequelas.
No Centro Endovascular da Barra, oferecemos atendimento especializado com foco em Segurança Vascular. Liderado pelo Dr. Daniel Leal, nosso protocolo visa estancar o risco imediatamente e iniciar o tratamento mais eficaz para o seu caso.
A TVP ocorre quando um coágulo (trombo) se forma em uma veia profunda, geralmente nas pernas, bloqueando o fluxo sanguíneo.
Por que a urgência? O maior risco da TVP não tratada é o desprendimento desse coágulo, que pode viajar até os pulmões e causar a Embolia Pulmonar, uma condição grave. Além disso, o tratamento correto previne a “Síndrome Pós-Trombótica”, que causa inchaço crônico e feridas no futuro.
Sinais de Alerta:
Nem toda Trombose é igual. O tratamento depende da localização, da extensão do coágulo e do perfil do paciente.
A base do tratamento para a maioria dos casos. Utilizamos medicamentos modernos (anticoagulantes) que impedem o crescimento do coágulo e evitam que ele se solte, permitindo que o próprio corpo o absorva com o tempo.
Reservado para casos mais graves ou extensos (Alta Complexidade). Através de cateteres minimamente invasivos, podemos dissolver ou aspirar o coágulo mecanicamente para restaurar o fluxo sanguíneo rapidamente e preservar a função da perna.
Indicado para pacientes que, por algum motivo médico, não podem tomar anticoagulantes. Um pequeno dispositivo é implantado para impedir que coágulos cheguem ao pulmão.
Quando se trata de circulação profunda e riscos vitais, a qualificação do especialista é sua maior segurança.
Cirurgião Vascular e Endovascular
CRM 52.84255-9
RQE 25775
Tratamento de doenças arteriais complexas (aneurismas, obstruções vasculares); tratamento e acompanhamento de acessos para hemodiálise; tratamentos endovasculares minimamente invasivos.
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Dra. Roana me deu total suporte em duvidas antes do tratamento, durante e depois. Me devolveu a alegria de usar bermuda e melhorou minha autoestima, recomendo esta profissional a todos, conheçam o trabalho, tirem suas dúvidas que tenho certeza assim como eu, sairão felizes e satisfeitos com o resultado. Obg Dra, sucesso em toda a sua vida.
Sim. Com o tratamento adequado (geralmente anticoagulantes por no mínimo 3 a 6 meses. A tendência é o absorver o coágulo, sendo o risco controlado. Além disso, é importante tentarmos determinar a causa da Trombose para evitar sua recidiva.
Paciente com Trombose deve ser mantido em repouso até a medicação anticoagulante estar fazendo efeito. alguns tipos de Trombose mais extensas demandam tempo maior de repouso por maior risco de embolia pulmonar. em geral, as meias elásticas são indicadas quando a deambulação está liberada pela equipe médica.
O risco é maior nos primeiros dias sem tratamento. Após o início da anticoagulação correta, esse risco cai drasticamente. Por isso o diagnóstico rápido é essencial.
Procedimentos cirúrgicos como a trombectomia pulmonar e de membro inferior possuem indicações específicas, sendo por isso importante a avaliação por equipe com experiência no tema. casos com contraindicação à anticoagulação ou com complicações desta, são candidatos ao implante de filtro de veia cava inferior (um “guarda-chuva” para impedir a embolia pulmonar).
Viagens longas (mais de 6h) aumentam o risco devido à imobilidade ("Síndrome da Classe Econômica"). Pacientes com determinados fatores de risco devem usar meias compressivas e, em alguns casos, medicação preventiva sob orientação médica.
Sim, pílulas com estrogênio aumentam o risco, especialmente em mulheres fumantes ou com predisposição genética (Trombofilia). Se você teve TVP, o método contraceptivo precisará ser revisto.
É uma tendência genética ou adquirida do sangue coagular mais fácil. Investigamos trombofilia em casos específicos como Trombose espontânea ou recorrente, Trombose em sítio atípico, entre outras situações.
Na maioria dos casos, sim. Porém, se o tratamento demorar ou se a Trombose for muito extensa, pode ocorrer a chamada síndrome pós-trombótica com inchaço residual persistente, dor para caminhar (claudicação) e manchas na perna. O uso correto das meias elásticas é fundamental para evitar essa sequela.
A gravidez aumenta o risco de coagulação natural do corpo (para evitar hemorragia no parto). O risco de Trombose em gestantes é maior no último trimestre e no puerpério. O tratamento em gestantes é feito com segurança usando anticoagulantes injetáveis específicos que não afetam o bebê. Os anticoagulantes orais devem ser evitados durante a gestação.
Sim, a infecção inflamatória da COVID-19 aumentou os casos de fenômenos trombóticos. Pacientes pós-covid com dores nas pernas devem ser avaliados.
Este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica presencial. Condutas devem ser definidas após avaliação individual. Não há garantia de resultados, pois a resposta depende das características de cada paciente.
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